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PASSE LIVRE: Em 15 dias, só 6 por cento das pessoas com deficiência atualizaram cadastro

Processo é feito apenas pelo site do Bilhete Único. Após dia 15 de dezembro, cartão pode ser bloqueado.

Em 15 dias de prazo, apenas 3.984 pessoas das 65 mil com cartões ativos do Passe Livre para pessoas com deficiência no Distrito Federal fizeram o recadastramento, informou nesta sexta-feira (1º) o DFTrans.

 

Ou seja, só 6% do público atualizou o cadastro.

O processo é feito apenas pelo site do Bilhete Único e vai até 15 de dezembro.


Segundo o DFTrans, o recadastramento pode ser feito a qualquer momento.

No entanto, depois do dia 15 de dezembro, o cartão pode ser suspenso.

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Para atualizar o cadastro, é preciso enviar laudo médico, RG, CPF, comprovante de renda e comprovante de residência.

Pendências podem ser resolvidas no posto da Coordenação de Promoção de Direitos de Pessoas com Deficiência, na estação do Metrô da 112 Sul e nos pontos de atendimento da Defensoria Pública.


Os beneficiados são pessoas com deficiência física, sensorial ou mental, pessoas com insuficiência renal e cardíaca crônica, portadores de câncer, pessoas com vírus HIV, pessoas com anemias congênitas (falciforme e talassemia) e coagulatórias congênitas (hemofilia).

Veja como funciona a atualização do castro de deficientes no Bilhete Único no DF (Foto: Agência Brasília/Divulgação)

Quando anunciou o recadastramento, o secretário de Mobilidade, Fábio Damasceno, disse que as mudanças permitirão eliminar fraudes. Quem já tem o cartão original e comprovar a validade dele poderá continuar usando o cartão.

Os beneficiários e os acompanhantes têm direito a oito viagens por dia cada um.


"Esse cartão tem muitas viagens por dia, então ele é usado por muitos fraudadores. Além disso, estamos incluindo a biometria facial. Então vamos precisar das imagens dos deficientes. Com as fotos das pessoas a gente vai estar eliminando muitas fraudes no DF", declarou.


A expectativa do GDF é reduzir em 20 mil o número de beneficiários após a atualização. Atualmente, o custo da gratuidade com deficientes é de R$ 100 milhões, afirma o governo.

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Fonte: *Via G1/Clipping

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