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AEDES AEGYPTI: Chegam novos inseticidas para enfrentar transmissor da dengue, zika e chikungunya

Fornecedora já entregou 80% da mercadoria e tem até 12 de março para enviar o restante

Começaram a chegar novos inseticidas, nesta semana, para erradicar o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya.

 

Até esta sexta-feira (19), já foram entregues à Secretaria de Saúde 80% dos produtos comprados. A fornecedora tem até 12 de março para enviar o restante do total de 4,8 mil litros.

 


O processo de compra iniciou em novembro, quando a zika e a relação com a microcefalia se mostraram preocupantes no cenário nacional.

 

A empresa que apresentou o menor preço foi contratada por dispensa de licitação, já que se tratava de compra emergencial.

 

Para se prevenir, o governo de Brasília começou os estudos para a licitação antes do crescimento da doença na capital federal e suas cidades-satélites.


Eficiência
Segundo o diretor de Vigilância Ambiental em Saúde, da Secretaria de Saúde, Divino Martins, os antigos inseticidas vinham do Ministério da Saúde e eram eficientes para a quantidade de casos esperados na época.

 

"Hoje, há uma epidemia, e precisamos reforçar as ações." Além dos inseticidas, foram adquiridos larvicidas e óleo mineral (usado com o larvicida para reduzir os danos a animais vertebrados que consumam o produto).


De acordo com a secretaria, os novos produtos são mais potentes e os mosquitos não apresentam resistência a eles.

 

A mercadoria começou a ser usada na quinta-feira (18), em Brazlândia e em São Sebastião — as duas regiões administrativas com o maior número de casos de dengue. A compra custou R$ 1.999.700 aos cofres públicos.

 

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