Image and video hosting by TinyPic

 

Image and video hosting by TinyPic

 

compartilhar

REGISTRO DE NASCIMENTO: Quase 10 por cento dos bebês nascidos em Brasília ganharam nome "inédito" para 2017

Levantamento aponta que 4.045 nomes tiveram único registro no ano, incluindo conhecidos que caíram em desuso, como Narciso e Celeste, e 'diferentes', como Wriel e Aniki. Nomes mais escolhidos seguem tendência nacional: Miguel e Alice.

Uma a cada dez crianças nascidas na Grande Brasília em 2017 ganhou um nome "inédito" – ou seja, que foi registrado apenas uma vez nos cartórios da cidade neste ano.

 

Entre os exemplos há tanto "conhecidos" que caíram em desuso, como Celia, Iure, Hilda, Suellen, Narciso, Celeste, Everson e Angella, e mais "diferentes", como Tricia, Cedryck, Wriel, Waterlan, Nayron, Cazu, Ceu, Rakin, Aniki e Yannky.

Os dados foram levantados pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-BR) com base nas informações dos cartórios do DF prestadas à Central Nacional de Informações do Registro Civil (CRC Nacional). Segundo a organização, o mapeamento identificou tanto nomes simples e compostos quanto grafias diferentes.


Ao todo, foram contabilizados 45.951 nascimentos em Brasília até o dia 10 de dezembro deste ano.

Ao todo, foram escolhidos 7.127 nomes diferentes. Desses. 4.045 foram registrados apenas uma vez ao longo do ano. 

Nomes da moda

 

Os nomes mais escolhidos em Brasília seguem a tendência nacional. Miguel foi disparado o mais usado e passou a ser a referência para 904 recém-nascidos neste ano.

Na sequência aparecem Arthur, com 762 registros de nascimentos, e Heitor com 689 registros.

Também estão na lista dos dez mais Alice (603 registros), Davi (520 registros), Bernardo (495 registros), Valentina (486 registros), Gabriel (429 registros), Helena (425 registros) e João Miguel (417 registros).

Lista dos nomes mais frequentes em 2017 em Brasília (Foto: Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-BR))

Lista dos nomes mais frequentes em 2017 em Brasília (Foto: Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-BR))

No Brasil

 

O ranking dos nomes mais registrados em 2017 no país foi elaborado com base nas informações prestadas por todos os cartórios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás, DF, Roraima, Acre, Amapá, Roraima, Ceará, Pernambuco e Alagoas.


Os nomes mais comuns foram Miguel (25.710), Arthur (21.161 registros), Alice (18.508 registros), Davi (15.372 registros), Heitor (13.718 registros), Valentina (13.193 registros), Gabriel (12.636 registros), Helena (12.615 registros), Laura (12.594 registros) e Bernardo (12.529 registros).

No ranking separado por sexo, os dez nomes masculinos mais escolhidos foram Miguel (25.710), Arthur (21.161), Davi (15.372), Heitor (13.718), Gabriel (12.636), Bernardo (12.529), Lorenzo (11.098), Enzo Gabriel (10.195), Pedro Henrique (9.237) e Pedro (8.830).

Já entre as mulheres, o ranking dos dez nomes mais registrados foram Alice (18.508), Valentina (13.193), Helena (12.615), Laura (12.594), Sophia (12.449), Maria Eduarda (9.922), Lorena (9.202), Júlia (9.122), Heloísa (8.639) e Lívia (8.019).

 

Tradicionais e variações

 

O levantamento da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-BR) permitiu identificar ainda um ranking nacional considerando-se apenas o primeiro nome, as variações dos nomes mais comuns, além dos nomes menos comuns ou que caíram em desuso nos últimos anos. Considerando-se apenas o primeiro nome dos registros, o ranking muda completamente de patamar.

Nesta situação Maria passa a ser o nome mais registrado, com 80.192 registros de nascimento, seguido por João (44.450), Ana (41.500), Davi (36.723), Arthur (34.831), Alice (24.420), Pedro (28.327), Enzo (24.923), Sophia (19.775) e Heitor (18.483).

"Interessante observar que nomes tradicionais, como Maria, possuem 885 variações de registros, sendo Maria Eduarda o mais comum, com 9.922 registros. Na sequencia estão Maria Clara (7.768), Maria Luiza (6.183) e Maria Julia (5.655). Dos 80.192 registros de nomes com Maria, 73.775 são nomes compostos", informou a associação.


Já Ana, segundo a associação, possui 270 variações de nomes registrados, com destaque para Ana Julia (6.551), Ana Clara (5.885) e Ana Luíza (3.641). Dos 41.500 registros com o nome Ana, 38.653 dão origem a nomes compostos.

Entre os homens João, possui 154 variações de nomes registrados, com destaque para João Miguel (10.343), João Pedro (6.303) e João Lucas (4.830). Das 44.450 crianças registradas com o primeiro nome João, 40.896 ficaram com nomes compostos.

Já Pedro, de acordo com a organização, possui 232 variações de nomes, com destaque para Pedro Henrique (9.237), Pedro Miguel (1.741) e Pedro Lucas (1.585). Dos 28.327 Pedros registrados, 19.433 ficaram com nomes compostos.

Nomes considerados "da moda", também aparecem na lista, sendo Enzo uma das situações mais curiosas, já que duas formas quase empatadas dominam o registro de crianças com este nome: Enzo Gabriel (10.195 registros) e Enzo (8.196). Em número maior registram-se as variações de Davi, sendo David Lucas o mais comum, com 4.485 registros, seguido por Davi Lucca, David, David Miguel e Davi Henrique.

"Por fim, os registros de nomes que chegaram a ser comuns em outras épocas e que cada vez mais caem em desuso, como Liliana, Sonia, Regis, Vicente, Raquel, Otacílio, Vicente, Émerson e Regis. A lista traz ainda nomes "bem" diferentes, como Riquelmi, Moa, Darcksson, Ambar, Iasã, Zeonilde, Dã, Steice e até um Donald, mas sem Trump", concluiu a associação.

 

Fonte: *Via G1/Clipping

COMENTÁRIOS