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VOLTA ÀS AULAS: Saiba como economizar com o material escolar; dicas que "fazem bem" ao seu bolso

Os tempos estão difíceis para todos e economizar é a palavra-chave

Todo início de ano é a mesma preocupação para os pais com filhos em idade escolar. Quem quer economizar, deve ter paciência e fazer uma pesquisa cuidadosa de preços.

 

A diferença no valor de itens básicos nas lojas da cidade pode chegar a mais de 50%. Já os livros, podem ser comprados de segunda mão (em bom estado) e pela internet com valores mais baixos. Outra alternativa é se juntar em grupos de pais para tentar descontos no atacado.

Apesar da preocupação natural, o Sindicato do Comércio Varejista de Material de Escritório, Papelaria e Livraria do Distrito Federal (Sindipel-DF) garante que o reajuste neste ano não passa de 4%, mas antecipa que os valores dos livros didáticos devem aumentar nas próximas semanas.


Não deixe para a última hora

Além da falta de tempo hábil de pesquisa e muita dor de cabeça para equilibrar os orçamentos com os outros gastos de início de ano, fica mais difícil conseguir descontos ou se organizar em grupos. Se você fizer as compras com tempo, a lista de materiais de um aluno do 9º ano, pode passar de cerca de R$ 2.000 para R$ 700. Uma economia de R$ 1.300!


Compra coletiva para ter desconto

Na primeira vez que Rafaela Torres, 41, teve que comprar material escolar, recebeu uma planilha enorme da mãe, que citava as papelarias mais baratas para que ela conseguisse economizar. E lá foi a dona de casa a cinco estabelecimentos. Passado um tempo, ela percebeu que tinha muito trabalho com isso e nem sempre valia a economia, por conta da gasolina.


Rafaela resolveu, então, juntar as mães da sala dos filhos e comprar tudo no atacado. Utilizando os conhecimentos da formação em Economia e o amor de mãe, juntou todo mundo e passou a buscar descontos em grupo. Fez disso sua profissão sazonal. Em 2014, primeiro ano em que colocou em prática o projeto em larga escala, atendeu 137 alunos. Já neste ano, a procura cresceu bastante: foram 714.


“No começo, achava que os pais queriam economizar, mas depois vi que o que eles queriam era ganhar tempo e não ter mais trabalho”, relata. Para este ano, Rafaela conseguiu um desconto de 35% na comparação entre as papelarias, e de 15% nos livros didáticos.

A casa dela, que vira um grande galpão de material escolar, deve receber os últimos pais até o próximo dia 15. Porém, mesmo após o início das aulas, ela atende ligações de gente desesperada por produtos. Aí, não tem jeito: vai ficar mais caro. “Quero fazê-los economizar com inteligência. Se não vier antes de dezembro, eu não consigo atender”, diz a profissional, que, apesar de ter obtido desconto no atacado, afirma que os itens de papelaria tiveram aumento considerável.


Compras pela internet

Se compararmos os preços dos livros vendidos em lojas virtuais e papelarias, a economia é de cerca 15% e, mesmo com o preço do frete (muitas oferecem frete grátis), é uma ótima oportunidade de poupar tempo e dinheiro.

Redes sociais também são uma boa pedida para encontrar oportunidades e grupos de compras coletivas e livros de segunda mão.

Vários outros itens, como resmas e blocos de papel, canetas, etc. também podem ser encontrados a 50% do valor das papelarias convencionais.

Outras dicas

É preferível não levar os filhos para a papelaria. A criança pode querer o produto mais caro e itens desnecessários.

Nem todo produto pode ser comprado no atacado, como alguns livros, mas o que for possível deve ser levado.

Nunca deixar de verificar os itens da lista, pois há escolas que pedem produtos desnecessários ou que não devem ser comprados pelos pais.

 

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