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FEBRE AMARELA: Secretaria de Saúde investiga 12 infecções suspeitas Grande Brasília

CASOS AUMENTARAM, MAS SECRETARIA DE SAÚDE NEGA HAVER MOTIVO PARA PÂNICO

A Secretaria de Saúde investiga 12 casos suspeitos de febre amarela no Distrito Federal.

Na semana passada, o número de infecções investigadas eram cinco.

No entanto, a pasta nega haver motivo para pânico.

 

Na Grande Brasília, mais de 86% da população já se vacinou contra a febre amarela. Quem ainda não tomou a dose, deve procurar os postos de saúde da capital federal.

O estoque é de 11 mil doses, suficiente para três meses.

Em 2017, a Secretaria de Saúde investigou 86 infecções, mas apenas três se confirmaram e evoluíram para óbito.

 

Dos casos confirmados, apenas um foi de contração do vírus no Distrito Federal.

A dose da vacina da febre amarela é única.

Em 2014, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou a nova determinação após estudos científicos.

A indicação anterior era que a vacina fosse repetida de dez em dez anos.

Morte de macacos

A Vigilância Ambiental do Distrito Federal investiga ainda a morte de um macaco na área urbana de Valparaíso de Goiás, no entorno. Outro caso também é investigado, no Novo Gama, também no entorno. Os resultados devem ser divulgados em duas semanas.

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Os macacos não são transmissores do vírus da febre amarela. A doença nos animais apenas alerta para presença da doença em uma determinada região, servindo como apoio para ações de prevenção da febre amarela.

“Eles servem como anjos da guarda, como sentinelas da ocorrência da febre amarela. A detecção da morte de um macaco, que potencialmente está doente de febre amarela, pode nos dar tempo para adotar medidas de controle para evitar doença em seres humanos”, explica Renato Alves, gerente de vigilância das Doenças de Transmissão Vetorial, do Ministério da Saúde.Resultado de imagem para macaco morto df


Caso a população encontre um macaco morto, deve informar à Vigilância Ambiental pelo número 99269-3673 ou pelo número de telefone 136. Matar animais é crime ambiental pelo Art. 29 da Lei n° 9.605/98, podendo gerar pena de seis meses a um ano de detenção, além de multa.

 

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