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"CADÊ AS REDUÇÕES?: Preço do gás de cozinha cai 5 p/cento na refinaria, mas botijões seguem caros na Grande Brasília

Morador da capital precisa desembolsar, em média, R$ 68,88 por botijão, apontam tabelas da ANP. Associação de revendedores diz que problema está 'na origem' dos produtos.

Levantamento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostrou que o preço médio do botijão de gás no Distrito Federal não diminuiu no comércio, mesmo depois de a Petrobras anunciar redução de 5% do valor do gás nas refinarias.

 

A mudança foi publicada no último dia 18 mas, em janeiro, o consumidor seguiu desembolsando, em média, R$ 68,88 pelo produto.

À TV Globo, o presidente da Associação dos Revendedores de Gás de Cozinha, Janair Silveira, disse que a responsabilidade pela manutenção dos preços no Plano Piloto e cidades-satélites é das distribuidoras.

“Nós tivemos um aumento de 68% na refinaria pela Petrobrás. Não repassamos todo esse aumento para vocês. Agora, não tem como tirar. Tirar do quê?”

No ano passado, o botijão de gás registrou um aumento de 16%, representando um dos principais impactos no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

No dia 5 de dezembro, a Petrobras elevou os preços GLP em 8,9%. Na ocasião, o reajuste foi motivado principalmente pela alta das cotações do produto nos mercados internacionais.

 

Revisão dos valores

 

De acordo com a Petrobrás, a diretoria executiva aprovou a revisão de política de preços do gás liquefeito de petróleo (GLP) residencial, comercializado em botijões – o chamado gás de cozinha. Foram definidos novos critérios para reajustes em GLP residencial e uma regra de transição para 2018, que permitirá a redução do preço do produto. A revisão de preços, que antes era mensal, será trimestral.


O preço médio de GLP residencial sem tributos comercializado nas refinarias da Petrobras será equivalente a R$ 23,16 por botijão de 13kg. No entanto, como os preços no mercado de combustíveis e derivados são livres, os reflexos no preço final ao consumidor vão depender de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores.

"A intenção, conforme já anunciado, foi suavizar os repasses da volatilidade dos preços ocorridos no mercado internacional para o preço doméstico", destacou a Petrobras.

 

Fonte: *Via G1/Clipping

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