Image and video hosting by TinyPic

 

Image and video hosting by TinyPic

 

compartilhar

"QUERO MEU CARRO DE VOLTA": Donos de veículos esmagados em queda de viaduto vão processar GDF

Proprietários dos carros soterrados reclamam da lentidão na liberação dos automóveis e temem ficar no prejuízo

Oito dias depois de parte do viaduto da Galeria dos Estados vir abaixo no centro de Brasília, os quatro veículos atingidos pelo desastre ainda estão sob os escombros.

 

Os donos dos carros reclamam da lentidão no processo de liberação dos automóveis e temem ficar no prejuízo.

Por isso, planejam recorrer à Justiça.

A estrutura que ruiu ainda não foi removida do local.

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) garante que ainda há risco de desabamento.

 

Desta forma, os carros só poderão ser retirados quando a etapa de escoramento de todo o viaduto for concluída.

 

Nesta quarta-feira (14/2), o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) fará visita à obra, cujos desvios devem ser liberados na quinta (15).

Reprodução/WhatsAppDesde a queda, cerca de 200 profissionais trabalham na área das 7h às 23h. Encerrada a etapa do escoramento definitivo, o espaço será liberado para a coleta de amostras para análise por técnicos da Universidade de Brasília (UnB). Só após toda a remoção dos escombros, os carros poderão ser avaliados .

 

O bancário Lindembergue Igor Silva, 50 anos, é proprietário de um dos quatro veículos.

Ele diz que tem ido diariamente ao local para acompanhar as obras de escoramento e remoção da estrutura. Silva reclama da “falta de interesse” do Estado em resolver o caso.


“A sensação é horrorosa. Vou até lá e fico olhando para a pedra caída sabendo que o meu carro está lá embaixo. Não temos nenhuma noção de quando teremos acesso aos veículos. Todas as vezes que houve uma conversa foi porque tomei a iniciativa. Eles não se preocupam em dizer se ficaremos 10 dias, um mês ou mais sem ter como chegar perto do veículo”, queixa-se o bancário.

Segundo Lindembergue, o prejuízo com o soterramento de sua caminhonete Hillux Toyota é estimado em aproximadamente R$ 120 mil. “Ficaram dentro do carro documentos importantes, exames feitos recentemente, um notebook, mala com roupas e uma caixa de som. Além do financeiro, também tem toda a questão emocional. Não pude viajar no feriado de Carnaval e não estou dormindo direito desde a semana passada”, afirma.

Divulgação GDF

 

Fonte: *Via Metropole/Clipping

COMENTÁRIOS