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ESTRADA PARQUE ZOO-GUARÁ: EPGU fica interditada por ao menos 20 dias; faixa foi fechada após abertura de "cratera"

Bloqueio é na faixa da esquerda, no sentido do Guará ao Plano Piloto de Brasília. Trabalhos dependem de análise do solo, diz DER-DF.

O trânsito na EPGU próximo ao parque Ezechias Heringer vai ficar interditado por pelo menos 20 dias, informou nesta quinta-feira (15) o Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

A faixa da esquerda no sentido Plano Piloto foi interditada na manhã de quarta após o solo ceder.

No entanto, a correção das rachaduras na pista deve ocorrer ainda nesta quinta.


“Esse tempo se deve à análise do laboratório, em função do tipo de solo que tem, e da dificuldade que a gente tem em descer com as máquinas pesadas para o pé do talude para iniciar a correção, que tem que ser feita de baixo para cima”, afirmou o superintendente de obras do DER, Geraldo Filho.


A interdição provocou engarrafamento pela manhã. Os veículos que passam pelo local têm de se afunilar pelas duas outras faixas da pista. Às 7h30, o congestionamento se estendia por um quilômetro. Ainda segundo Geraldo Filho, o trânsito no restante da pista é seguro.

Cratera

 

A EPGU liga o Guará 2 à Avenida L4 Sul (Avenida das Nações), no Plano Piloto, passando pelo Jardim Zoológico e pela Reserva Ecológica do Guará – o Ezechias Heringer.

O trecho fechado fica no sentido Plano Piloto, perto do cruzamento com a EPIA, próximo ao ParkShopping.

 

Do alto do Globocop, a imagem é de uma cratera que se abriu no meio do parque. Ao lado, está a EPGU. A faixa rachada que se abriu fica na borda. Segundo o DER, é sinal de que o terreno está cedendo.

Engarrafamento gerado por interdição em faixa da EPGU (Foto: TV Globo/Reprodução)

“De imediato, a gente vai fazer a recuperação por camadas do solo ali naquele local. Risco de desmoronamento não existe, mas a gente isolou para não sobrecarregar a pista com carga de tráfego”, afirmou o diretor do DER, Márcio Buzar.

Cratera aberta em solo por onde passa a EPGU (Foto: TV Globo/Reprodução)

Cratera aberta em solo por onde passa a EPGU

Em 2012, a pista já apresentava rachaduras. Elas foram tapadas em 2015, mas voltou nos anos seguintes. Com a situação, foi feito um trabalho de isolamento com lonas para “tapar” o asfalto para que a água da chuva não provoque um deslizamento do solo.

A dificuldade em fazer obras naquele ponto é porque a estrada fica em uma área de proteção ambiental, perto do córrego Guará. O Ibram informou que as obras no trecho são emergenciais e que vai autorizá-las de forma rápida. Também declarou que vai acompanhar os trabalhos e que, ao final, a vegetação terá de ser recuperada.

Imagem aérea da EPGU, onde cratera se abriu (Foto: TV Globo/Reprodução)

 

Fonte: *Via G1/Clipping

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