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CRISE HÍDRICA : Lago Sul e Santa Maria lideram rankings de economia de água na Grande Brasília

Consumo na capital caiu 9,2% de 2016 para 2017, aponta levantamento. Uso racional deve ser mantido, pede Caesb.

O primeiro ano de racionamento de água no Distrito Federal deu resultado: o consumo na capital federal e suas cidades-satélites em 2017 caiu 9,2% em relação a 2016, segundo levantamento do G1 a partir dos dados da Agência Reguladora das Águas do DF (Adasa).


Em 2016, cada unidade de consumo da capital federal gastou, em média, 11,9 metros cúbicos de água.

No ano passado, caiu para 10,8 metros cúbicos por unidade.


Mesmo com o bom comportamento recente da população e o aumento do nível dos reservatórios, não é hora de começar a gastar mais água. "É o momento de continuar fazendo uso racional da água", diz o presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), Maurício Luduvice.

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No Lago Sul

 

A redução de consumo é impulsionada pelo menor gasto em casas e apartamentos – as ligações residenciais são maioria no Distrito Federal.

A maior queda proporcional foi testemunhada no Lago Sul: 16,1%. O gasto de água dos imóveis da região diminuíram de 3,98 milhões para 3,34 milhões de metros cúbicos.

Maria José Valença, moradora do Lago Sul, fala sobre economia de água (Foto: TV Globo/Reprodução)Uma das responsáveis pela economia é a dona de casa Maria José Valença.

Ela tem uma casa com quatro quartos e cinco banheiros. Além disso, cuida de cachorros, plantas e uma piscina. Mesmo assim, a conta não passa de R$ 113.


"Nós ligamos a máquina de lavar ao menos três vezes por semana e aproveitamos toda essa água para lavar as áreas de serviço, o jardim e a garagem. Também aparamos a água da chuva em baldes. É água limpa para as plantas", ensina.

Em Ceilândia, cidade-satélite com o maior consumo absoluto no Distrito Federal, a redução na área residencial foi de 12,9% – a queda nas casas e apartamentos da região foi de 16,61 milhões para 14,29 milhões.


 

Destaque para Santa Maria

 

 

Entre as unidades comerciais, a maior redução de gasto foi notada em Santa Maria. A diminuição de 18,3% significou que o consumo caiu de 1,61 milhão para 1,31 milhão de metros cúbicos de um ano para o outro.

A localidade com a maior concentração de imóveis comerciais é o Plano Piloto. Lá, foi registrada uma diminuição de 10,1% no consumo – queda de 5,95 para 5,35 milhões de metros cúbicos de água.

Para a indústria, a maior economia foi testemunhada em Taguatinga: 56,5%. A cidade-satelite concentra o maior número de ligações neste setor no Distrito Federal. O consumo de água em 2017 foi de 142,2 mil metros cúbicos.

 

 

 

 

 

Fonte: *Via G1/Clipping

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