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"BARRIL DE PÓLVORA": Relatório da Secretaria de Justiça aponta risco de rebelião na Papuda

"Se algumas medidas não forem tomadas, certamente poderá ocorrer uma rebelião"

 

 

 

A Secretaria de Justiça do Distrito Federal elaborou um relatório apontando o risco de rebelião na Penitenciária do Distrito Federal I (PDF), de onde dez presos de alta periculosidade fugiram no último domingo (21) – quatro ainda não foram recapturados. 

 

A soma das penas dos quatro foragidos ultrapassa 242 anos de prisão; a unidade, que fica no Complexo Penitenciário da Papuda, abriga 3,4 mil internos, mas tem capacidade apenas para 1.584, uma superlotação de 114%; "A falta de estrutura física para alocar os internos rebelados pode ser um problema muito mais sério do que o do efetivo, pois atualmente o sistema penitenciário não dispõe de unidade para uma possível realocação, já que o sistema penitenciário encontra-se lotado", diz o documento

 

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A Secretaria de Justiça do Distrito Federal elaborou, no final do ano passado, um relatório apontando o risco de rebelião na Penitenciária do Distrito Federal I (PDF), de onde dez presos de alta periculosidade fugiram no último domingo (21) – quatro ainda não foram recapturados. 

 

A soma das penas dos quatro foragidos ultrapassa 242 anos de prisão.

 

 A unidade fica no Complexo Penitenciário da Papuda e abriga apenas detentos em regime fechado. 


Entre os presos há um narcotraficante acusado de mais de 200 homicídios e de envolvimento com facções criminosas e um mafioso em processo de extradição.

A PDF I tem 3,4 mil internos, mas com capacidade apenas para 1.584, uma superlotação de 114%. A quantidade de agentes penitenciários é 200, quando o recomendado é de 1 profissional para cada 5 detentos.


"A falta de estrutura física para alocar os internos rebelados pode ser um problema muito mais sério do que o do efetivo, pois atualmente o sistema penitenciário não dispõe de unidade para uma possível realocação, já que o sistema penitenciário encontra-se lotado", diz o documento, conforme o G1.

Também foi apontado que a segurança externa é falha e cita a desativação de guaritas por parte da Polícia Militar. Há críticas ao sistema de monitoramento, classificado como "quase zero", à falta de acompanhamento psicológico aos agentes penitenciários e ao alto fluxo de visitantes quando há pouca estrutura para revista - cerca de mil por semana).

 

Fonte: *247 - Clipping.

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