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MERENDA ESCOLAR: Mais de R$ 13 milhões serão investidos na agricultura familiar em 2018 através do PNAE

Contratos entregues nesta sexta-feira (9) preveem a aquisição de aproximadamente 4 mil toneladas em alimentos produzidos por agricultores familiares

“Comprar aqui pertinho, a 30 ou 50 quilômetros, é importante do ponto de vista ambiental e de sustentabilidade. Outra vantagem é que esse tipo de atividade emprega muita gente” - Rodrigo Rollemberg, governador

Trezentos e noventa e sete escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal serão beneficiadas com hortaliças e frutas pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).


Os alimentos são fornecidos por associações e cooperativas de agricultores familiares que receberam os contratos em cerimônia nesta sexta-feira (9), no Palácio do Buriti.

“Comprar aqui pertinho, a 30 ou 50 quilômetros, é importante do ponto de vista ambiental e de sustentabilidade. Outra vantagem é que esse tipo de atividade emprega muita gente”, disse o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg.

O governador Rollemberg entrega o contrato para o presidente da Associação Mista, Ivan Engler.

O governador Rollemberg entrega o contrato para o presidente da Associação Mista, Ivan Engler.

Segundo a Secretaria de Educação, 269.385 estudantes da educação básica serão atendidos com a aquisição de cerca de 4 mil toneladas de frutas, verduras e legumes.

O valor contratado é de R$ 13,2 milhões.


O secretário de Educação, Júlio Gregório Filho, destacou o aumento de execução dos contratos de 2014 para 2017. “Nós fomos gradativamente criando mecanismos e ferramentas para execução. Passamos de 15% [em 2014] para praticamente 80% [em 2017].” A meta para 2018 é executar, ao menos, 90% do valor contratado.


Participam mais de 600 agricultores familiares do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (Ride-DF) de 12 cooperativas e associações da agricultura familiar.

A variedade de frutos e hortaliças a ser usada nas refeições dos estudantes subirá de 23 para 29 itens

“Sabemos que dá trabalho comprar no mercado local, dos produtores, mas podemos formar grandes empreendedores, tornar a nossa economia mais dinâmica e criar empregos”, disse o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Argileu Martins.

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O presidente da Associação Mista, Ivan Engler, falou em nome dos agricultores sobre a importância do programa. “O produtor ganha um preço digno e ainda cumpre sua função social de levar os alimentos para crianças nas escolas.”

 

A venda por meio de intermediários, segundo ele, significa perda para os produtores.

Como funciona o Programa de Alimentação Escolar

Por meio do PNAE, o governo federal destina recursos a estados, municípios e ao DF para a compra de gêneros alimentícios que componham os cardápios das refeições nas escolas. O repasse é feito ao longo do ano.

Lei Federal nº 11.947, de 16 de junho de 2009, que instituiu o Pnae, estabelece que no mínimo 30% do montante repassado pelo governo federal deve ser destinado à agricultura familiar.

 

A variedade de frutos e hortaliças a ser usada nas refeições dos estudantes subirá de 23 para 29 itens, com a inclusão de alho, coentro, couve-flor, inhame, pepino e pimentão. Em 2014, eram 12 produtos adquiridos de apenas três cooperativas.

Para o governador, a grande variedade de alimentos “tonar a refeição mais nutritiva, além de criar emprego e renda”.


A lista também é composta por abacate, abóbora, abobrinha, alface, banana, batata-doce, beterraba, brócolis, cebola, cebolinha, cenoura, chuchu, couve, espinafre, goiaba, limão, maracujá, morango, repolho, salsa, tangerina, tomate e vagem.

 

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