Image and video hosting by TinyPic

 

Image and video hosting by TinyPic

 

compartilhar

AUTO-SUFICIÊNCIA E NOVOS ALUNOS: "Fábrica Social" do GDF inaugurou hoje sistema de energia solar

Placas fotovoltaicas foram instaladas pelos alunos da própria instituição. Expectativa é economizar 95% na conta de luz. Os cursos têm carga horária de 560 horas/aulas, com 200 horas de prática

A Fábrica Social ganhou nesta quarta-feira (28) sistema de captação de energia solar formado por 18 placas fotovoltaicas.

A substituição da energia elétrica deverá representar economia de 95% na conta de luz, que fica em média R$ 2,5 mil por mês.


O trabalho fez parte do curso de instalação e manutenção de placas fotovoltaicas da instituição.

A capacidade instalada é de 4,5 quilowatts. Cento e trinta e quatro alunos se formaram hoje.


Presente na cerimônia de hoje, o governador distrital, Rodrigo Rollemberg, destacou o papel da Fábrica Social.

“É uma instituição que trabalha fazendo material para outros órgãos, fabricando lençóis para os hospitais e uniformes, além de qualificar pessoas para o mercado de trabalho”, disse.

Resultado de imagem para fabrica social df energia solar

O Distrito Federal é a primeira unidade da Federação a ter um curso de instalação de sistema de energia solar.

A disciplina faz parte do Brasília Solar. O programa incentiva o uso da energia solar em escolas e prédios públicos da Grande Brasília.


Brenda Rodrigues da Silva, de 19 anos, é uma das formandas. Ela já trabalhava como eletrotécnica e se matriculou no curso para se capacitar. “Não aprendemos apenas instalar as placas fotovoltaicas, aqui a gente conhece toda a parte elétrica”, afirmou.

Agora, ela planeja estudar engenharia elétrica. “Quero ter mais conhecimento e me especializar.”


Fábrica Social recebe 600 novos alunos

Resultado de imagem para fabrica social dfTambém nesta manhã, houve solenidade para receber 600 novos alunos de confecção industrial em malharia, confecção industrial em máquina reta; instalação e manutenção de sistemas fotovoltaicos (painéis solares); produção e cultivo de alimentos saudáveis (hortas); marcenaria e carpintaria e construção civil.


As aulas têm seis meses de duração. O curso mais procurado é de confecção em malharia, com 350 alunos matriculados.

“Brasília tem uma necessidade muito grande de ter costureiras qualificadas”, afirmou o governador. Segundo ele, grifes locais têm procurado mão de obra no Entorno do "quadrilátero" para a atividade têxtil.

Para a secretária de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Ilda Peliz, a qualidade dos cursos é fundamental para o desenvolvimento de profissionais em Brasília. “O mercado escolhe os melhores, e investimos na Fábrica Social para que os alunos sejam os melhores.”


Também no evento, a secretária de Projetos Estratégicos, Maria de Lourdes Abadia, reforçou que a Fábrica Social tem outro papel: “desenvolver uma visão empreendedora da população”.

Os cursos têm carga horária de 560 horas/aulas, com 200 horas de prática. Para a formação, o aluno tem de 75% de presença, fazer prova prática e teórica e ter avaliação de desempenho feita pelo professor. As aulas vão de segunda a sexta e estão divididas em turnos matutino e vespertino.

 

COMENTÁRIOS