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SUSPEITO DE TRÁFICO: Preso em Taguatinga traficante de anabolizantes "delivery"

Homem entregava produto na casa dos clientes, diz polícia. Ele foi detido na cidade-satélite.

Polícia Militar  prendeu nesta segunda-feira (9) um homem suspeito de tráfico de anabolizantes "delivery", ou seja, entregues na casa ou no trabalho dos clientes.

A prisão foi na Praça do Relógio, no centro de Taguatinga.


Segundo a PM, dentro da mochila do jovem havia frascos, ampolas e comprimidos.

O suspeito teria dito aos policiais que as drogas valiam cerca de R$ 3 mil e seriam entregues a compradores de várias partes do Distrito Federal.


De acordo com a polícia, os anabolizantes eram entregues "sob encomenda". O homem foi levado à delegacia e, segundo a PM, preso em flagrante pelo crime de tráfico.

Os anabolizantes são hormônios sintéticos fabricados a partir do hormônio sexual masculino, a testosterona.

 

A droga deveria ser usada para tratar disfunções hormonais ou desgaste muscular, mas acabou ficando conhecida por aumentar o tamanho dos músculos, a força física e a resistência.

Eles são vendidos em forma de comprimidos, cápsulas ou injeções. Atletas, fisioculturistas e pessoas que buscam redução da gordura corporal rapidamente acabam usando os anabolizantes indevidamente, alertam os médicos.

Quando o anabolizante é permitido

Polícia Militar do DF encontrou cerca de mil anabolizantes prontos para venda em fábrica caseira em Taguatinga, no DF (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

Polícia Militar encontrou cerca de mil anabolizantes prontos para venda em fábrica caseira em Taguatinga

A venda de anabolizantes no Brasil não é totalmente ilegal. Segundo uma lei federal de 2000, farmácias e drogarias podem comercializar o produto, mas somente sob prescrição média.

"Não podem ser comercializados pela internet ou telefone, porque só podem ser vendidos com a retenção da receita."

 

Pelas regras da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), os estabelecimentos que não cumprem a legislação podem pagar multa de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão e perder o alvará sanitário.

A pena para quem falsificar, corromper ou adulteral produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais pode, ainda, ser preso de 10 a 15 anos.

 

Fonte: *Via G1/Clipping

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