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GDF TEM VICE?: Longe do governador Rollemberg, vice Renato Santana tenta se manter na ativa

Governador e vice romperam em 2016; naquele ano, orçamento da vice-governadoria teve corte de 54%

Em 2015, o vice-governador do Distrito Federal, Renato Santana (PSD), comemorava o aniversário de Brasília ao lado do chefe do Executivo, Rodrigo Rollemberg (PSB).

Eram duas figuras que costumavam aparecer juntas com maior frequência em uma agenda em comum.

 

Por vezes, era o vice quem falava como porta-voz institucional.

Quase três anos depois e no último ano de mandato, a aliança partidária entre eles não existe mais, as conversas se converteram em oposição e o orçamento encolheu.


O recurso destinado para a vice-governadoria, que era de R$17,2 milhões no ano passado caiu para 7,7 milhões neste ano - um corte de 54%.

Longe de Rollemberg, vice tenta se manter na ativa

Em 2016, a dotação foi de R$ 15 milhões. De acordo com a Secretaria de Planejamento do Governo do Distrito Federal, a redução se dá devido à diminuição das funções da pasta.

"A diferença orçamentária resulta da redistribuição das atribuições da Vice-Governadoria para a Secretaria das Cidades. A mudança significou transferência de cargos, funções e contratos – informática e telefonia – das cidades-satélites para a nova secretaria, criada nos últimos meses de 2016", disse o governo em nota.

O orçamento reduzido se deu exatamente após rompimento do PSD, partido do vice, da base do Governo Rollemberg.

 

A sigla, no entanto, não considerou como retaliação.

A informação é de que o próprio vice-governador teria sugerido a redução da verba. Na nota do rompimento, não houve críticas expressas. A legenda apenas afirmou que o vice "garantirá a execução dos compromissos de trabalho assumidos com a população", já que foi eleito na chapa.

 

O vice se manifestou contrário ao aumento da tarifa dos ônibus e costuma defender a categoria da Polícia Civil, que está em pé de guerra com o Buriti. Caminho próprio Diante do rompimento, Renato Santana seguiu roteiro próprio. Manteve ao longo dos anos o lema de "desatar os nós", a metáfora para as demandas pendentes da população.

 

Desde o início do mandato, defendeu que "o gabinete é nas ruas", e faz questão de divulgar o dia a dia nas redes sociais, mostrando serviço em diversas áreas, principalmente no setor de habitação, agindo em áreas irregulares.

 

Fica público em seus perfis o telefone celular, que garante não ser funcional. Sem assessoria de imprensa, faz a própria propaganda de governo, que prega proximidade. O maior rompimento se deu em meados de 2016, quando veio a público gravação de uma conversa entre o vice e Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde, na qual o político dizia ter conhecimento de esquema de propina no serviço público. Santana e Rollemberg lançaram cada um a própria manifestação.

 

Fonte: *Via Destak/Clipping

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