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EX-VICE GOVERNADOR "NO SAL": Doleiro Funaro complica vida de Tadeu Filippelli

Doleiro diz que político do MDB recebia propina de empresas de ônibus, quando era vice

A Procuradoria-geral da República (PGR) autorizou o compartilhamento com o Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF) de trechos da delação premiada do doleiro Lúcio Funaro (abaixo) na Operação Lava-Jato.

Resultado de imagem para lucio funaroOs documentos tratam de um acordo entre o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (MDB) e um empresário do ramo de transporte, para o recebimento de propina pelo gestor público.

A partilha das informações depende do ministro Edson Fachin, do STF, relator da ação.

 

Resultado de imagem para ricardo vale dfO pedido de compartilhamento foi encaminhado em 2017, em investigação sobre os deputados distritais Ricardo Vale (PT) e Rafael Prudente (MDB).

 

Eles teriam agido para inviabilizar a CPI dos Transportes, em 2015, que apurava irregularidade na licitação dos transportes, no governo de Agnelo Queiroz (PT) e Filippelli.

 

O MP-DF obteve interceptações de conversas que indicam a manobra. A intenção agora é observar se o ex-vice usou a influência para barrar as apurações em relação à sua conduta sobre recebimento de valores indevidos.

 

Num dos trechos da delação, Funaro refere-se ao acerto supostamente firmado pelo emedebista com uma das concessionárias do sistema de transporte público.

 

Na manifestação, o vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, destacou que “o acordo de colaboração premiada e os produtos dele decorrentes estão sob regime de sigilo, o que impõe a adoção das cautelas necessárias para o compartilhamento”.

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Ao Correio, Filippelli afirmou estar surpreso.

“Nego ter recebido qualquer valor indevido”, disse. O distrital Ricardo Vale afirmou não haver investigações sobre sua conduta.

“Não prevariquei, não aceitei o acordo. A CPI investigava a licitação e não pagamento de propina”, argumentou.

Rafael Prudente não retornou as ligações da reportagem.

 

Fonte: *Via:CB/Clipping

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