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A CHAPA ESQUENTA: MP-DF pede ao STF compartilhamento de provas contra Sandra Faraj e Tadeu Filippelli

Deputada distrital e ex-vice-governador são acusados de participação em esquema de liberação de registro sindical mediante propina

O Minisério Público do Distrito Federal (MP-DF) pediu autorização ao ministro Luiz Edson Fachin para o compartilhamento de provas em ação movida contra a deputada distrital Sandra Faraj (PR) e o ex-vice-governador do DF Tadeu Filippelli (MDB).

 

A solicitação reforça a suposta participação dos dois políticos no esquema conhecido como Mensalão Sindical, investigado no âmbito da Operação Registro Espúrio.

Reportagem publicada pelo Metrópoles em 10 de junho é mencionada na manifestação da assessoria criminal do MP-DF.

 Resultado de imagem para filippeli sandra farajO documento cita o caso revelado pelas investigações da Polícia Federal, de que o PTB e o Solidariedade (ex-partido de Sandra Faraj) teriam “tomado de assalto” o Ministério do Trabalho e transformado a pasta num balcão de negócios, por meio da nomeação de aliados em cargos comissionados, que fraudavam concessões de registros sindicais mediante recebimento de propina.

 

Manifestação da Assessoria Criminal do Ministério Público by Metropoles on Scribd

 

Em maio de 2017, os nomes dos políticos do Distrito Federal foram citados em troca de mensagens entre Noberto Martins e Renato Araújo Júnior, então chefe de gabinete da Secretaria de Relações do Trabalho do ministério.

Depois disso, Renato chegou a ser promovido a coordenador-geral de registro sindical, cargo que exerceu até semana passada, quando foi dispensado após a operação ser deflagrada.

A reportagem entrou em contato com as defesas do ex-governador e da deputada neste sábado (16/6), mas não obteve retorno.

Em resposta encaminhada no dia 10 ao portal, tanto Filippelli quanto Sandra Faraj disseram que não iriam se pronunciar sobre o caso.


Resultado de imagem para filippeliAinda no último dia 10, Alexandre Queiroz, advogado de Tadeu Filippelli, disse não ter sido informado sobre a investigação da PF e, por isso, não iria comentar as denúncias.

 Em nota encaminhada pela assessoria de imprensa, Sandra Faraj alegou não conhecer nenhuma das pessoas citadas.

“Não há qualquer menção nos diálogos divulgados à parlamentar, mas sim, apenas a uma outra Sandra. Esclarecemos ainda que a deputada tomará todas as providências cabíveis para esclarecer esse equívoco”, diz o documento.


Sobre a possível interferência do secretário-geral do PTB, Noberto Martins, e do presidente Roberto Jefferson nas liberações dos registros de sindicatos, o partido mandou a seguinte nota: “A direção afirma que jamais participou de quaisquer negociações espúrias no Ministério do Trabalho e declara que, se for comprovado na Justiça o envolvimento de petebistas no referido esquema investigado pela Polícia Federal, os culpados, se houver, devem assumir suas responsabilidades perante a sociedade”.

O Ministério do Trabalho divulgou, no dia 1° de junho, uma nota informando que abriu uma sindicância administrativa para apurar responsabilidades e punir os envolvidos nas irregularidades, mediante a aplicação das penalidades cabíveis.

Pedido de compartilhamento de provas encaminhado para o ministro Edson Fachin by Metropoles on Scribd

“Os servidores envolvidos nas investigações foram dispensados dos cargos de confiança que ocupavam na Pasta. O Ministério do Trabalho reitera seu compromisso com a legalidade, a moralidade e a ética, que devem permear as ações da Administração Pública, e informa que colaborará de forma irrestrita com as investigações. Aguardamos, dentro do tempo próprio da Justiça, que os fatos arrolados na investigação sejam devidamente”, completou a pasta.

 

 

Fonte: *Via Metropole/Clipping

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