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NÃO EXISTE CRIME PERFEITO: Empresário é preso pela Polícia Civil em condomínio de luxo de Águas Claras

Policiais da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri) cumpriram mandados por suspeita de roubo de veículos

Policiais da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri) cumpriram dois mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra o empresário Peterson Tolentino Forte Cuadra (foto em destaque), 41 anos, e Gedan Benito Fernandes, 27, suspeitos, segundo a Polícia Civil, de cometer pelo menos dois roubos de veículos na capital federal.

Nessa quinta-feira (28/6), ambos os acusados foram identificados e presos nas próprias residências.


Durante a prisão de Peterson, que mora em um condomínio de altíssimo padrão em Águas Claras, em apartamento avaliado em R$ 2 milhões, os policiais localizaram um GM/Ônix de cor branca. De acordo com a Polícia Civil, o veículo seria clonado e teria sido furtado em Palmas (TO) em maio.

“O que chama a atenção é que o Perterson, aparentemente, não precisava do dinheiro do crime. Ele mantinha uma vida de luxo e era dono de várias empresas. Morou nos Estados Unidos e tinha uma transportadora lá. Em 2016, vendeu a empresa para um grupo no DF, mas ainda tocava outros negócios. Segundo ele, o lucro do empresário era de R$ 50 mil por mês”, disse o delegado-adjunto da Corpatri, Raphael Seixas.





 



A investigação é uma continuação à apuração da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV) que culminou na prisão de Lucas de Oliveira Rodrigues, em setembro de 2017, quando o suspeito foi detido na Asa Sul com um veículo Ford/Fiesta de cor branca que havia sido roubado. No dia seguinte à prisão, ele foi reconhecido pela vítima e testemunhas como autor do crime.


Durante a apuração, havia indícios de que Lucas também teria roubado um Honda/City, no Cruzeiro.

Segundo o delegado Raphael Seixas, ele não atuou sozinho e contou com a colaboração de comparsas para que os crimes fossem bem-sucedidos.

As investigações foram aprofundadas e chegou-se à identificação dos outros envolvidos. O empresário Peterson e Gedan Benito Fernandes.

Ficou comprovado que no crime da Asa Sul, Peterson, Gedan e Lucas foram até o local do crime em uma Toyota/Hilux de cor branca, que pertencia ao empresário.

 

 Lucas, de acordo com o delegado, era encarregado de render as vítimas utilizando arma de fogo para subtrair o automóvel. Peterson e Gedan teriam dado cobertura à ação em um veículo de apoio.

O Metrópoles entrou em contato com a defesa do empresário. O advogado de Peterson, Igor Abreu Farias informou que não há provas nem indícios de que o cliente vive do mundo do crime. “Todas as imputações contra Peterson serão devidamente combatidas no momento oportuno do processo”, disse a defesa.

“A polícia poderia ter conduzido a investigação com ele em liberdade porque não há indícios de que os crimes continuaram de setembro ate a data de hoje”, acrescentou.

 

VEICULO CLONADO APREENDIDO PELOS POLICIAIS DO CORPATRI COM PETERSON


 

Fonte: *Via Metropole/Clipping

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