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ANÁLISE DA ATMOSFERA BRASILIENSE: Estações de qualidade do ar estão defasadas

Dos oito pontos de monitoramento do Distrito Federal, apenas quatro estão funcionando. Unidades da UnB aguardam novo acordo com o Ibram para retomarem as atividades

O Distrito Federal possui, no total, oito estações de monitoramento da qualidade do ar, das quais apenas metade está funcionando: as da Rodoviária do Plano Piloto, do Zoológico e duas na Fercal.

 

Das quatro unidades paradas, duas pertencem à UnB (Universidade de Brasília) e dependem da renovação do Acordo de Cooperação Técnica com o Ibram (Instituto Brasília Ambiental) para retomarem o funcionamento, interrompido no segundo semestre de 2017.

A estação da Praça do Relógio, em Taguatinga, passa por reparos desde 2016, quando um carro atingiu a unidade e prejudicou o funcionamento.

 

O ponto do Parque da Cidade está em fase de transição e será transferido para o Jardim Botânico, onde o Ibram avaliou existir maior necessidade de monitoramento.

De acordo com o professor Pastor Willy Gonzales Taco, que coordena o Ceftru (Centro Interdisciplinar de Estudos em Transportes) da UnB (Universidade de Brasília), as estações de monitoramento deveriam funcionar de uma forma mais atualizada.

“O ar é um problema complicado em Brasília e, mesmo tendo oito estações no total, isso é algo irrisório. A estrutura da cidade foi se modificando e as estações não foram inseridas nas mudanças”, avalia.

Resultado de imagem para Estações de qualidade do aR DF

Análise

O PTS (índice de material particulado geral) deve ser de, no máximo, 375 microns por metro cúbico para ser considerado inadequado.

Na estação da fábrica de cimento Ciplan, na Fercal – área considerada mais crítica – esse valor subiu de 429,74, em 2016, para 478,8, em 2017.

Imagem relacionadaComo forma de ter dados mais precisos da poluição atmosférica da Fercal, o Ibram mudou, há dois meses, a estação da Ciplan para uma escola da região (Escola Classe Lobeiral), que reflete melhor a realidade da região.

A expectativa dos técnicos do instituto é de que em mais três meses as quatro estações paradas retomem a operação e que, até o fim de 2019, mais duas unidades sejam implantadas.

 

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