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TEVE OPERAÇÃO DUBAI II?: Gasolina aumentou e vai subir ainda mais nos postos da Grande Brasília

A partir desta quinta-feira (16/8), produto sai mais caro das refinarias.

Está com o tanque do carro vazio? Não aproveitou para abastecer nesta quarta-feira (15/8)?

Pois saiba que a gasolina vai subir ainda mais — passando de R$ 1,9420 para R$ 1,9711.

A Petrobras autorizou reajuste de 1,50% no valor médio do litro que sai das refinarias a partir desta quinta (16).

 

Somado à correção desta quarta (15), o acumulado nos dois dias é de 2,8%.

Nesta quarta (15), porém, os brasilienses ainda puderam encontrar o litro da gasolina a R$ 3,97 no Distrito Federal. Leitores que passaram no posto Melhor da EQNL 10/12, em Taguatinga, pela manhã, encontraram esse valor.

Em pelo menos seis dos 18 estabelecimentos consultados pelo Metrópolesnesta quarta, porém, o preço estava  custando de R$ 0,15 a R$ 0,46 mais caro. Em Águas Claras e no Sudoeste, por exemplo, o litro do combustível poderia ser achado por R$ 4,669 (no débito ou dinheiro).

A ordem era pesquisar. No Nenen’s, no centro de Taguatinga, a gasolina caiu R$ 0,04 desde segunda-feira (13). O litro é vendido a R$ 4,05, no débito e dinheiro.  “Está na promoção, mas não por muito tempo. A distribuidora já vende mais caro. Aumentou R$ 0,06 e já preciso comprar. Consigo segurar o preço até amanhã (quinta) porque vende muito rápido”, explica o sócio e gerente, Ricardo Recch.

Compensação
O presidente do Sindicombustíveis-DF, Paulo Tavares, disse que a redução da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Distrito Federal, que começa também a valer nesta quinta-feira (16), pode manter o preço nas bombas mais equilibrado em comparação a outros estados. “Uma coisa pode compensar a outra”, explicou.

Segundo a Petrobras, o ICMS representa 29% do preço da gasolina vendida aos consumidores. A base de cálculo do tributo no Distrito Federal – valor sobre o qual é aplicada a alíquota de 28% – muda de R$ 4,55 para R$ 4,44, conforme publicação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

 

Fonte: *Com informações:Via Metropoles/Clipping

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