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RUMO AO BURITI, 2o. TURNO: Rollemberg reinou sozinho no debate da Globo, que virou entrevista

O atual governador do DF defendeu propostas e criticou adversário Ibaneis Rocha, que não compareceu

Críticas ao rival Ibaneis Rocha (MDB) e a defesa de ações do governo deram o tom da entrevista do atual ocupante do Palácio do Buriti, Rodrigo Rollemberg (PSB), à TV Globo na noite de ontem. O espaço estava previsto para debate entre o candidato à reeleição e o adversário, mas o advogado desistiu, no início da noite, de participar do evento. Ibaneis faltou também, nesta semana, aos encontros promovidos pelo SBT, na terça-feira, pelo Correio, na quarta, e pela rádio CBN, na segunda. Pesquisa do instituto Opinião Política, encomendada pelo jornal, mostra que ele tem 75,6% das intenções de voto, e Rollemberg, 24,4%.

Logo no início da entrevista, o socialista teve a oportunidade de contar qual pergunta faria a Ibaneis. O socialista lembrou as acusações de compra de votos e de abuso do poder econômico contra o advogado pela promessa de reconstruir, com o próprio dinheiro, casas derrubadas pela Agência de Fiscalização do DF (Agefis). Rollemberg reiterou que acredita na cassação do ex-presidente da OAB-DF, caso ele seja eleito. “A Lei Eleitoral prevê uma nova eleição, nesse caso”, disse, destacando a instabilidade política para o DF que poderia ser criada.

As propostas de aumento de Ibaneis foram alvo do governador. “Ele promete paridade para a Polícia Civil com a Federal, o mesmo aumento para PMs e bombeiros e pagar a terceira parcela de reajuste dos servidores. Isso teria um custo de mais de R$ 4 bilhões”, argumentou. O governador também ressaltou que aumentos de maior proporção para órgãos da segurança pública causariam desgaste com outras áreas do funcionalismo. “Traria o caos. Ao não cumprir essas promessas — e é matematicamente impossível cumpri-las —, haveria greves, operação tartaruga.”


Rollemberg sozinho na tevê

 

O governador destacou que a atual gestão conseguiu arrumar as contas do GDF. Em um eventual segundo mandato, acredita Rollemberg, seria possível avançar em mais áreas. “Para construir a Brasília que a gente quer, foi preciso arrumar as contas primeiro”, afirmou. Ele reafirmou propostas voltadas para a área social, como a ideia de pagar aluguel de R$ 600 para quem está na lista de espera da Companhia Habitacional do Distrito Federal (Codhab). “No primeiro ano, 10 mil famílias serão beneficiadas recebendo aluguel de R$ 600 enquanto aguardam suas casas. O custo disso será de R$ 72 milhões.”

 

Fonte: *Via G1/Clipping

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