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VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS: Protocolo para enfrentamento é reforçado pelo GDF antes do início das aulas

Publicada em: 02/02/2026 19:08 -

 Material orienta a atuação segura das equipes educacionais.

Tipos de violência escolar e suas consequências - Proesc

Às vésperas do início do ano letivo, a Secretaria de Educação reforça as orientações para atuação das equipes em situações de violência.

Todas as unidades da rede pública passam a contar com um cartaz informativo que reúne procedimentos a serem adotados diante de conflitos, ameaças ou episódios de agressão no ambiente educacional.

Protocolo de enfrentamento à violência nas escolas é reforçado antes do  início das aulas

Para a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, o objetivo do documento é assegurar que cada escola tenha segurança e clareza na condução dessas situações. “Cuidar das nossas crianças, adolescentes e de quem trabalha nas escolas é a prioridade. Esse protocolo foi pensado para apoiar as equipes, dar segurança e orientar a tomada de decisões em momentos difíceis, sempre com diálogo, responsabilidade e foco na proteção de todos”, afirma a gestora.

A proposta é garantir que gestores e profissionais saibam exatamente como proceder, evitando improvisações e reduzindo riscos

O material integra um protocolo elaborado pela própria secretaria e apresenta diretrizes para gestores e profissionais, com orientações para atuação segura, organizada e articulada com a rede de proteção.

Antes de chegar às unidades de ensino, o protocolo é apresentado aos coordenadores regionais, que recebem as orientações e as repassam aos diretores. A partir desse alinhamento, um banner com as instruções é produzido e distribuído para toda a rede pública do Distrito Federal.O cartaz, que deve ser afixado em local visível para as equipes, apresenta, de forma objetiva, os fluxos de atuação em situações de risco, desde o acolhimento inicial e a comunicação interna até o acionamento de serviços de emergência e os encaminhamentos necessários. A proposta é evitar improvisações e reduzir riscos, garantindo respostas mais ágeis e qualificadas.

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Ao explicar a importância da iniciativa, a chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz, Ana Beatriz Goldstein, destaca que o acesso fácil às orientações fortalece a atuação das equipes. “A ideia é que todos tenham esse material à mão. Ele orienta como agir em situações de violência, com mais segurança e cuidado, ajudando a preservar as pessoas e a manter um ambiente mais tranquilo e saudável”, afirma.

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