Durante todos os dias de folia, auditores estarão nas ruas para verificar alimentos e bebidas vendidos.
As equipes da Vigilância Sanitária fiscalizam a venda de bebidas, de lanches e a estrutura dos postos médicos e banheiros químicos, entre outros fatores
A Secretaria de Saúde, por meio da Vigilância Sanitária, irá fiscalizar mais de 170 eventos de Carnaval e pré-Carnaval que ocorrerão no Plano Piloto e nas cidades-satélites entre os dias 7 e 17 deste mês.
A ação visa prevenir riscos à saúde pública e garantir a segurança alimentar de foliões e trabalhadores.
Neste sábado (7), os agentes já acompanharam o 'Galo Cego', no Setor Bancário Sul (SBS), desde as 14h.
No total, seis equipes de auditores de atividades urbanas estão verificando a venda de bebidas, como vodca e gin, alimentos e lanches (salgados, sanduíches, comidas de boteco).
Os agentes também vistoriam as estruturas dos postos médicos e das ambulâncias, considerando as rotas de fuga para os serviços de urgência e emergência, e a disponibilidade de banheiros químicos, de acordo com a quantidade de foliões.
O trabalho de fiscalização voltado ao Carnaval começou antes das festividades, com o licenciamento dos blocos.
Todos os eventos cadastrados precisam observar os critérios sanitários e procedimentos técnico-operacionais, conforme a Portaria nº 88, de 8 de março de 2024. “Durante todos os dias de folia, vamos estar presentes com equipes nas ruas, 24 horas”, informa a diretora de Vigilância Sanitária, Márcia Olivé.
No âmbito das ações voltadas à promoção da saúde, a Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa) já está coletando e analisando amostras de bebidas e alimentos em estabelecimentos locais.
A ação integra o monitoramento contínuo da diretoria junto ao Laboratório Central de Saúde Pública.
Na próxima quarta-feira (12), a Vigilância Sanitária e a Secretaria Executiva das Cidades farão um treinamento para vendedores ambulantes sobre boas práticas de manipulação alimentar. “Também daremos informações acerca do que pode ou não ser comercializado”, ressalta a diretora.
Produtos irregulares
As estratégias de vigilância buscam, principalmente, coibir a venda de produtos irregulares como cigarros eletrônicos e bebidas alcoólicas falsificadas, adulteradas e sem procedência. Produtos sem origem legal comprovada serão apreendidos.
Márcia Olivé lembra que a adulteração de bebidas com metanol ainda representa risco para a saúde. “Desconfie sempre e evite ingerir bebidas sem rótulo ou lacre de segurança.”
