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ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: Ações de educação alimentar e nutricional nos restaurantes comunitários

Publicada em: 14/02/2026 07:24 -

 Usuários das unidades foram orientados sobre diferenças entre alimentos in natura e ultraprocessados e seu impacto na alimentação.

 

A Secretaria de Desenvolvimento Social deu início às ações de educação alimentar e nutricional de 2026.

A ideia é orientar e educar os frequentadores dos 18 restaurantes comunitários do Distrito Federal com atividades mensais ao longo do ano.

Em fevereiro, o tema é “A alimentação saudável e as diferenças entre os tipos de alimentos”.

Na ação, os alimentos foram apresentados à população separados nas categorias in natura, minimamente processados, processados e ultraprocessados 

Foram preparados quadros informativos, cartilhas com caça-palavras e dinâmicas interativas de acordo com o guia alimentar para a população brasileira.

A ação “10 passos para uma alimentação adequada e saudável” informa os frequentadores sobre os alimentos que devem ser priorizados, os que devem ser consumidos com moderação e aqueles que devem ser evitados. 

"O maior poder das famílias em situação de vulnerabilidade e insegurança alimentar é o direito à informação e à autonomia"

 Carolina Suaid, especialista em assistência social

“O maior poder das famílias em situação de vulnera-bilidade e insegurança alimentar é o direito à informação e à autonomia. Quando uma pessoa sabe identificar um alimento ultraprocessado, ela passa a fazer escolhas mais conscientes. Mesmo com pouco recurso [financeiro], isso devolve a ela o poder de escolher o melhor para si”, explica a especialista em assistência social Carolina Suaid, da Secretaria de Desenvolvimento Social.

 

A dinâmica é aplicada em uma mesa com vários tipos de alimentos, separados pelas classificações: in natura, minimamente processados, processados e ultraprocessados. Durante a interação, o nutricionista da unidade explica as diferenças e os usuários identificam qual o grau de processamento de três alimentos do painel, recebendo um brinde ao final da atividade. 

“A segurança alimentar e nutricional passa também por uma educação sobre o tema. Quando a gente orienta a população de uma forma mais humana, mais próxima, as pessoas compreendem e buscam a melhoria de alguns hábitos alimentares, além de multiplicarem o conhecimento em suas comunidades”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

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