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LIMPEZA e MANUTENÇÃO DE PISCINAS: Vigilância Sanitária adverte sobre cuidados de conservação

Publicada em: 16/02/2026 16:05 -

 Manipulação inadequada e concentração acima do indicado podem levar à intoxicação por cloro.

Código Sanitário das Piscinas do Distrito Federal - Piscina Fácil

Episódios recentes de intoxicação por produtos químicos quando banhistas utilizavam a piscina de uma academia em São Paulo acenderam o alerta da população sobre os cuidados necessários ao frequentar esses espaços. Embora os casos ainda estejam sob investigação, a Diretoria de Vigilância Sanitária (DiViSa) da Secretaria de Saúde adverte sobre as precauções exigidas no manuseio do cloro, elemento mais utilizado na limpeza de piscinas e tanques d’água.

A Vigilância Sanitária recomenda que a qualidade da água deve ser averiguada com frequência enquanto houver banhistas na piscina

 “Em piscinas de uso coletivo, há a obrigatoriedade de verificar a qualidade da água”, orienta a diretora da Diretoria de Vigilância Sanitária (DiViSa) da Secretaria de Saúde , Márcia Olivé Roseno. “O parâmetro de pH deve estar entre 7,2 e 8,4. Também é importante aferir o nível de cloração [adição de cloro à água], que deve estar no mínimo em 0,5 mg/l e no máximo em 1,5 mg/l.” Esse controle, reforça ela, deve ser feito pelo menos três vezes ao dia por um especialista operador de piscinas. 

Por ser altamente volátil, o cloro, quando misturado de forma inadequada a outros elementos, especialmente em áreas fechadas, pode levar à intoxicação. “O produto é utilizado para eliminar micro-organismos patogênicos, incluindo bactérias e vírus”, explica a gestora.” Acima de 1,5 mg/l, há riscos aos banhistas, como tosse, alergia e irritação nos olhos; e até reações mais graves, como confusão mental, edema pulmonar [acúmulo de líquido nos pulmões], queimadura nas vias aéreas e insuficiência respiratória”. 

Vigilância Sanitária adverte sobre cuidados com limpeza e manutenção de  piscinas no DF - Secretaria de Saúde do Distrito Federal

Precauções ao entrar na água

Episódios recentes de intoxicação por produtos químicos quando banhistas utilizavam a piscina de uma academia em São Paulo acenderam o alerta da população sobre os cuidados necessários ao frequentar esses espaços. Embora os casos ainda estejam sob investigação, a Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa) da Secretaria de Saúde adverte sobre as precauções exigidas no manuseio do cloro, elemento mais utilizado na limpeza de piscinas e tanques d’água.

A Vigilância Sanitária recomenda que a qualidade da água deve ser averiguada com frequência enquanto houver banhistas na piscina 

 “Em piscinas de uso coletivo, há a obrigatoriedade de verificar a qualidade da água”, orienta a diretora da Diretoria de Vigilância Sanitária (DiViSa) da Secretaria de Saúde, Márcia Olivé Roseno. “O parâmetro de pH deve estar entre 7,2 e 8,4. Também é importante aferir o nível de cloração [adição de cloro à água], que deve estar no mínimo em 0,5 mg/l e no máximo em 1,5 mg/l.” Esse controle, reforça ela, deve ser feito pelo menos três vezes ao dia por um especialista operador de piscinas. 

Por ser altamente volátil, o cloro, quando misturado de forma inadequada a outros elementos, especialmente em áreas fechadas, pode levar à intoxicação. “O produto é utilizado para eliminar micro-organismos patogênicos, incluindo bactérias e vírus”, explica a gestora.” Acima de 1,5 mg/l, há riscos aos banhistas, como tosse, alergia e irritação nos olhos; e até reações mais graves, como confusão mental, edema pulmonar [acúmulo de líquido nos pulmões], queimadura nas vias aéreas e insuficiência respiratória”. 

Limpeza e Manutenção de Piscina no Jaguaré - SP

Precauções ao entrar na água

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