Estratégia busca ampliar a cobertura vacinal de crianças e adolescentes, além de facilitar acesso da população às informações sobre imunização.
Você já recebeu uma mensagem em seu celular perguntando se é responsável por uma criança ou adolescente e alertando sobre vacinas em atraso?
A iniciativa é adotada desde 2024 pela Secretaria de Saúde e já disparou mais de 6 milhões de alertas sobre os imunizantes que não estão em dia.
O intuito é ampliar a cobertura vacinal e prevenir a reintrodução de doenças graves no Distrito Federal.
No entanto, apesar do número significativo de mensagens enviadas por aplicativo, somente cerca de 800 mil tiveram interações dos usuários.
Os comunicados consideram o calendário vacinal de rotina e a faixa etária do público-alvo. S
ão imunizantes que previnem difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, meningite, dengue, pneumonia, poliomielite e diarreias graves.
Como funciona
As mensagens são enviadas pelo aplicativo WhatsApp, por ser uma ferramenta de comunicação amplamente utilizada e bem aceita pela população. O sistema utilizado para o envio é o da Secretaria de Economia com as informações encaminhadas pela Secretaria de Saúde.
Apesar do número significativo de mensagens enviadas por aplicativo, somente cerca de 800 mil tiveram interações dos usuários
Segurança
É importante ressaltar que os comunicados são seguros e não solicitam dados sigilosos ou restritos. O contato tem caráter informativo e pergunta apenas se a criança ou adolescente já foi imunizado e, caso não tenha ocorrido a vacinação, se há intenção de comparecer a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para atualização da caderneta.
Caso não haja interação, as notificações poderão ser cessadas. Por isso, é fundamental que o cidadão responda as mensagens automáticas, pois o sistema também é usado para outras comunicações relevantes.
Para o diretor de Estratégia da Saúde da Família da Secretaria de Saúde , Ricardo Ramos, a ferramenta é primordial para aprimorar os serviços da rede. “O envio de mensagens é uma estratégia para aproximar os serviços de saúde da população, facilitando o acesso à informação e contribuindo para que crianças e adolescentes mantenham a vacinação em dia, de forma prática e segura”, explica.
Dúvidas comuns
Apesar de iniciado há dois anos, o tema ainda levanta algumas dúvidas. Confira abaixo as respostas para as perguntas mais frequentes.
