Foram cumpridos quatro mandados de prisão — três preventivos e um temporário — e seis mandados de busca e apreensão em três estados.
A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou nesta quinta-feira (30) uma operação contra um grupo suspeito de vender dados pessoais sigilosos obtidos por acesso irregular a bases governamentais e privadas.

Entre os dados acessados estão os de altas autoridades públicas de Brasília, que não tiveram as identidades informadas.
A corporação aponta que o grupo lucrou R$ 1 milhão.
Foram cumpridos quatro mandados de prisão — três preventivos e um temporário — e seis mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, além do bloqueio de R$ 2 milhões dos investigados.
Segundo a Polícia Civil, entre maio de 2023 e junho de 2024, mais de 18 milhões de pedidos de acessos a dados restritos foram feitos ao grupo.
O sistema operado pelos investigados teve mais de 45 mil cadastros.
Os acessos eram pagos via PIX.
De acordo com as investigações, entre os dados sigilosos oferecidos pelo grupo estavam:
- dados cadastrais da Receita Federal;
- carteira de habilitação;
- registros veiculares;
- processos judiciais;
- sistemas corporativos de órgãos de segurança pública.
Se condenados, os investigados podem pegar até 46 anos de prisão.(*Fonte:G1)
